Hoje é sábado, 1º de agosto, e o Brasil tem 2,6 milhões de casos confirmados de coronavírus. O número de mortos pela Covid-19 no país é de mais de 92 mil.
A média móvel de novas mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 1.026 óbitos, uma variação de -2% em relação aos dados registrados em 14 dias. Já média móvel de casos foi de 45.443 por dia, uma variação de 36% em relação aos casos registrados em 14 dias.
Em todo o mundo, três países já superaram a marca de 1 milhão de diagnósticos: Estados Unidos (4,5 milhões), Brasil (2,6 milhões) e Índia (1,6 milhão).

Entenda algumas das expressões mais usadas na pandemia do covid-19
Abaixo, o G1 reúne as principais notícias do dia sobre coronavírus:
Crianças são tão vulneráveis ao novo coronavírus como adultos?
1 de 2YMCA Lake Burton, na Geórgia, nos EUA. — Foto: Divulgação/YMCA
YMCA Lake Burton, na Geórgia, nos EUA. — Foto: Divulgação/YMCA
Um estudo do Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos diz que sim. A pesquisa analisa um surto de Covid-19 em um acampamento infantil no sul do país em junho. O relatório aponta que os organizadores não exigiram que os campistas usassem máscaras e não mantiveram a ventilação adequada dos ambientes. Após um caso ser descoberto entre os funcionários, o evento foi fechado. A conclusão do relatório é que crianças de todas as idades são tão suscetíveis a infecções por coronavírus e tão infectantes quanto os adultos.
Como garantir segurança na volta às aulas em meio à pandemia de Covid-19?
2 de 2Pessoas andam em direção a portão no campus da Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos, no dia 22 de julho. — Foto: Justin Sullivan / Getty Images via AFP
Pessoas andam em direção a portão no campus da Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos, no dia 22 de julho. — Foto: Justin Sullivan / Getty Images via AFP
Estudo conduzido pelas universidades de Harvard e Yale apontou que, para uma volta às aulas segura nos campi norte-americanos, seria necessário testar os alunos para a Covid-19 a cada dois dias. Mesmo assim, ao final do período letivo, haveria mais de 200 infecções, considerando um cenário hipotético de uma universidade com 5 mil alunos e onde 10 estudantes estivessem infectados e sem sintomas no início do semestre.
