Com depoimentos de artistas de diferentes trajetórias e gerações, como Liniker, Mano Brown, Seu Jorge, Sandra de Sá, Arnaldo Antunes e Wanderléa, documentário revisita a trajetória de Hyldon a partir das canções que atravessaram gerações da música brasileira. Tem música que basta começar para muita gente cantar junto. “Na Rua, na Chuva, na Fazenda” é uma delas. “As Dores do Mundo”, também. Esses e outros clássicos, como “Na Sombra de uma Árvore”, “Sábado e Domingo” e “Acontecimento”, conduzem Hyldon – As Dores do Mundo, que estreia nos cinemas em 1º de outubro, com distribuição da Curta Distribuidora.
Dirigido por Emílio Domingos e Felipe David Rodrigues, o longa é produzido pela Osmose Filmes, em parceria com o Canal Curta!. Por enquanto, estão confirmadas as exibições no Rio de Janeiro, na Estação Botafogo, no Cine Santa e no Cine Carioca José Wilker; em Poços de Caldas, no Instituto Moreira Salles; em São Paulo também no Instituto Moreira Salles, além de no SP Cine Olido e no CCSP – Sala Paulo Emílio; em Brasília, o filme é exibido no Cine Brasília; em Salvador, no Grupo Sala de Arte; no Recife, no Cinema São Luiz e em Fortaleza, no Cinema Dragão do Mar; em Porto Alegre, na Cinemateca Paulo Amorim e em Belém, no Cine Líbero Luxardo. Até a estreia, outros cinemas poderão ser confirmados.
Realizado a partir dos 50 anos de “Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda” — álbum de estreia de Hyldon, lançado em 1975 —, o documentário acompanha a formação do músico na Bahia, sua chegada ao Rio de Janeiro e a trajetória de sua carreira em âmbito nacional. As histórias que deram origem às composições revelam um artista que transformou experiências pessoais em um repertório que se tornou referência da soul music brasileira.
“Hyldon não foi uma estrela fabricada pela indústria fonográfica. Pelo contrário: os executivos da gravadora não acreditavam que ele pudesse se tornar um cantor de sucesso. Acho fascinante entender, no filme, a trajetória desse artista que enfrentou tudo e todos para lançar Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda e transformar um disco desacreditado em um dos maiores clássicos da MPB”, comenta o diretor Felipe David Rodrigues.
“Hyldon é um dos grandes compositores da música brasileira. Suas canções atravessaram o tempo e, de alguma maneira, já fazem parte de nós. Todos conhecem suas músicas, mesmo quando talvez não saibam que são dele. Fazer este filme foi uma oportunidade de atravessar essas canções e chegar ao homem que existe por trás delas. Conhecer mais de perto o artista, sua trajetória, suas escolhas e inquietações. Encontrar um criador íntegro e autêntico”, diz Emílio Domingos, diretor.
Com 90 minutos, o longa passou por eventos como o In-Edit Brasil, Festival do Rio e CineOP antes de chegar ao circuito comercial.
O lançamento integra a campanha “Vá ao cinema ver um documentário”, promovida pela Curta Distribuidora com o objetivo de estimular o público a assistir documentários brasileiros na tela grande. No caso de Hyldon, o convite parte também do reconhecimento: reencontrar no cinema músicas que fazem parte da memória de diferentes gerações e descobrir as histórias por trás delas.
SERVIÇO
Hyldon – As Dores do Mundo
Estreia nos cinemas: 1º de outubro de 2026
Cinemas: Estação Botafogo, Cine Santa, Cine Carioca, Instituto Moreira Salles – Poços de Caldas e IMS SP, SP Cine Olido, Centro Cultural São Paulo, Cine Brasília, Grupo Sala de Arte, Cinema São Luiz, Cinema Dragão do Mar, Cine Líbero Luxardo, Cinemateca Paulo Amorim.
Direção e roteiro: Emílio Domingos e Felipe David Rodrigues
Documentário | Brasil | 2025 | 90 min
Produção: Osmose Filmes
Parceria: Canal Curta!
Distribuição: Curta Distribuidora




