
Oportunidades eram para trabalhos de roçagem, feitos por reeducandos antes da pandemia. A Prefeitura de Campinas (SP) afirmou que há um impasse jurídico na criação de 800 vagas temporárias de emprego para trabalho nas ruas da cidade. A informação foi divulgada pelo prefeito Jonas Donizette durante uma coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (6). A medida ajudaria na manutenção urbana, feita por reeducandos antes da pandemia do novo coronavírus.
“A vontade política era levar adiante, mas existe um questionamento jurídico. Eu ainda não tenho, por parte do jurídico, esse ok” relatou o prefeito Jonas Donizette.
O projeto de lei havia sido mencionado pelo prefeito em junho deste ano. As oportunidades seriam uma parceria das secretarias de Serviços Públicos e Assistência Social, e o plano ofereceria um salário mínimo (R$ 1.045), além de almoço e cesta básica para os moradores selecionados.
O trabalho em questão envolvia serviços de zeladoria, como roçagem de mato, limpeza de áreas públicas e pintura de guias. O processo seletivo, a princípio, não exigiria escolaridade mínima ou exames de saúde. O modo como a seleção para as vagas será realizado ainda é incerto.
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