
Segundo a Secretaria, leitos foram direcionados para o atendimento de outras especialidades. Nesta quarta-feira (26), taxa de ocupação dos leitos de UTI para Covid-19 ficou em 80%. Hospital Luzia de Pinho Melo, em Mogi das Cruzes, reduz número de leitos exclusivos para Covid-19
Alessandro Batata/TV Diário
Foi reduzido o número de leitos de terapia intensiva (UTI) destinados aos pacientes em tratamento do novo coronavírus (Covid-19) no Hospital Luzia de Pinho Melo, em Mogi das Cruzes. A unidade, que antes contava com 22, agora possui 10 leitos de UTI para a doença.
Nesta quarta-feira (26) a taxa de ocupação dos leitos de terapia intensiva da unidade chegou a 80%. Nos três hospitais estaduais do Alto Tietê a média ficou em 63% (confira os números por hospital abaixo).
De acordo com a Secretaria do Estado da Saúde, os leitos de UTI do Luzia foram redirecionados para prestar assistência a outras doenças que necessitem do atendimento intensivo.
A pasta informou também que a mudança ocorreu no dia 18 de agosto e que, se houver necessidade, os leitos podem voltar a atender pacientes com a Covid-19.
Taxas de ocupação
Nesta quarta-feira (26) os hospitais estaduais do Alto Tietê registraram média de 63% de ocupação nos leitos de terapia intensiva destinados aos pacientes em tratamento do novo coronavírus, segundo informações da Secretaria.
O índice é o mesmo registrado entre os três hospitais na terça-feira (25), no entanto, houve mudança nas taxas individuais, como ocorreu com o Hospital Luzia de Pinho Melo, que conta atualmente com 10 leitos de UTI. A taxa de ocupação ficou em 80%.
Na sequência está o Hospital Regional de Ferraz de Vasconcelos, que conta com 13 unidades de terapia intensiva destinadas para casos do novo coronavírus. Do total, 59% estavam ocupados durante o levantamento.
Já o Santa Marcelina de Itaquaquecetuba, que oferece 22 leitos de UTI exclusivos para os casos de coronavírus, registrou a menor taxa de ocupação. Segundo dados da Secretaria, o índice ficou em 50% na quarta-feira.
A pasta lembra que as taxas variam no decorrer do dia, em virtude de fatores como altas ou óbitos, por exemplo. Informou, ainda, que mantém um esquema especial de gestão de leitos hospitalares, para dar prioridade à internação de pacientes com quadros respiratórios agudos e graves, com suporte da Central de Regulação e Oferta de Serviços de Saúde (Cross) para as transferências.
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