
Trabalhadores são contra a privatização da estatal e pedem que direitos trabalhistas sejam garantidos. Ato ocorreu no Largo do Rosário, no Centro, com passeata. Passeata dos trabalhadores dos Correios em Campinas
Eduardo Rodrigues/EPTV
Em greve desde 17 de agosto, trabalhadores de Campinas (SP) da Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) realizaram uma manifestação na manhã desta segunda-feira (7). Os funcionários se reuniram no Largo do Rosário e realizaram uma passeata até o Largo do Pará, ambos na Avenida Francisco Glicério, no Centro. O protesto encerrou ao meio-dia.
Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Correios de Campinas e região (Sintect-Cas), a manifestação cobra a garantia do acordo coletivo válido até 31 de julho de 2021 e que foi mantido pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), mas que a empresa estatal recorreu no Supremo Tribunal Federal (STF).
Além disso, a greve, que ocorre em todo o país, é contrária à privatização da estatal e reclama de negligência com a saúde dos trabalhadores.
A maioria dos manifestantes usou máscaras, mas houve momentos de desrespeito ao distanciamento social. Em alguns momentos durante o ato, motoristas que passavam em frente ao Largo do Rosário fizeram um buzinaço.
A Guarda Municipal e a Polícia Militar (PM) acompanharam o protesto. Durante a passeata, a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) desviou o trânsito da avenida para a Rua General Osório. A manifestação foi pacífica.
Manifestantes fecharam a Avenida Francisco Glicério em ato de trabalhadores dos Correios
Eduardo Rodrigues/EPTV
Outro ato
Em 21 de agosto, os trabalhadores promoveram uma carreata. A concentração de motoristas aconteceu às 9h, em frente ao Centro de Entregas de Encomendas (CEE), e a manifestação foi encerrada por volta de 12h, em frente à agência central.
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