
Região Noroeste é a que tem o maior número de confirmações, com 1.070 registros. Metrópole registra uma morte provocada pela doença em 2020. Aedes aegypti é transmissor de zika, dengue, chikungunya e febre amarela
Jaime Saldarriaga/Reuters
Os casos de dengue em Campinas (SP) chegaram a 3.880, de acordo com o boletim divulgado pela prefeitura na tarde desta terça-feira (22). O número configura um aumento de 26 confirmações em relação à atualização publicada em 28 de agosto. A metrópole tem uma morte provocada pela doença em 2020.
O balanço leva em consideração o período entre 1º de janeiro e 18 de setembro. Assim como nos boletins anteriores, a região com o maior número de casos é a Noroeste, onde já foram registradas 1.070 confirmações. Veja abaixo a distribuição de casos por regiões.
Noroeste – 1.070
Sudoeste – 1.057
Norte – 931
Leste – 489
Sul – 333
Segundo o Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa), 80% dos criadouros estão dentro de casa. A administração destacou que, neste ano, já vistoriou 414.971 mil imóveis, dos quais 168.830 mil localizados em áreas com transmissões foram nebulizados.
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“Para acabar com a proliferação do mosquito é preciso evitar acúmulo de água e remover latas, pneus e outros objetos. Os vasos de plantas devem ter a água trocada a cada dois dias. É importante, também, vedar a caixa d’água. Os vasos sanitários que não estão sendo usados devem ficar fechados”, diz nota da prefeitura.
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