
Após o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos Costa, afirmar que articulava com a CBF uma possível data para o retorno do futebol no Brasil, a entidade garantiu aos clubes que não está pressionando o Governo Federal por um “retorno breve” das atividades.
Os esclarecimentos foram dados em uma videoconferência realizada nesta segunda-feira entre os clubes e a direção da entidade, representada pelo presidente Rogério Caboclo e o secretário-geral, Walter Feldman.
O órgão responsável pelo futebol no país afirmou que não irá colocar os interesses envolvidos acima da grave situação sanitária pela qual passa o Brasil diante da pandemia no novo coronavírus. Segundo a CBF, as recomendações de saúde virão em primeiro lugar.
O futebol terá que seguir as diretrizes dos governos estaduais para definir seu futuro. Especula-se em Brasília que há uma tentativa de articulação para que os treinos voltem já nas duas primeiras semanas de maio, e as finais dos estaduais, entre os dias 20 e 30.
