
Veja atualização em cada município da área de cobertura do G1. Confira as últimas notícias sobre o coronavírus na região
Hellen Souza/ Arte-G1
O ano de 2020 deu nova prova de que o combate a pandemias é tarefa complexa, que exige rigor e seriedade na implantação de políticas, além de avanços científicos. Ainda que falar em epidemia remeta imediatamente ao novo coronavírus e suas mais de 1 milhão de vítimas fatais, a ciência se debruça também sobre outro “vírus” de propagação rápida e efeitos catastróficos: a desinformação.
As fake news influenciam assuntos essenciais da humanidade, como saúde e as eleições, mas qual a motivação e quem está por trás da criação? Pesquisadores da Universidade de Campinas (Unicamp) que vivenciam os efeitos das notícias falsas na ciência e no cotidiano têm buscado, assim como outros tantos ao redor do mundo, unir forças para alcançar as explicações e medidas de combate. O trabalho é interdisciplinar e tem vasto material de estudo – o que mostra a complexidade do problema.
Professor do Departamento de Física Aplicada do Instituto Gleb Wataghin (IFGW), da Unicamp, Leandro Tessler é um dos membros do Grupo de Estudos da Desinformação em Redes Sociais (EDReS). “A importância do grupo é mobilizar gente na Unicamp e fora dela para estudar de uma forma acadêmica e tão objetiva quanto possível o fenômeno da difusão de noticias falsas em redes sociais”.
Casos e mortes
Desde o início da pandemia, já foram contabilizados 80.443 registros positivos da doença nos 31 municípios da área de cobertura do G1 Campinas. Além disso, ocorreram 2.587 mortes em 30 cidades – a exceção é Monte Alegre do Sul (SP).
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