
Quarta fase irá permitir reaberturas de cinemas e teatros. Prefeito disse que cidade, que já tem mais de 10 mil mortos, está com queda nas mortes há nove semanas. Prefeito Bruno Covas participou de live do Grupo Lide na tarde desta sexta, 7 de julho
Reprodução/internet
O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, afirmou que a capital paulista deve avançar para a fase verde de reabertura, a penúltima fase do plano de flexibilização da quarentena, na segunda quinzena de setembro. Covas participou de uma live com o Grupo Lide no começo da tarde desta sexta-feira (7) sobre a retomada econômica.
“A nossa expectativa agora é na segunda quinzena de setembro nós já chegarmos na fase 4 do Plano São Paulo de retomadas econômicas”, disse Covas.
O Plano São Paulo tem cinco fases e vai da vermelha, mais restritiva, passando pela laranja, amarela, verde, até a azul. Na fase verde, passará a ser permitido o funcionamento de teatros e cinemas na cidade de São Paulo. Na fase azul, os eventos, com distanciamento, estarão liberados.
Covas disse que o número de mortes na cidade, que já passou de 10 mil, está em queda há 9 semanas. A prefeitura se baseia pela data do atestado de óbito.
Já a análise feita com base nos dados estaduais, que considera a data de registro, aponta que a cidade de São Paulo voltou a apresentar estabilidade de mortes nesta quinta-feira (6), revertendo a tendência de queda que vinha sendo observada. A média móvel de mortes é de 63 por dia. Há duas semanas, esse número era de 66.
Na live com o Grupo Lide, Covas também falou sobre o retorno das aulas presenciais, e disse que a rede municipal da cidade está sendo preparada para a volta às aulas, “seja ela em outubro, novembro ou dezembro, ou no ano que vem”.
Atualização do Plano São Paulo nesta sexta-feira (7 de agosto).
Divulgação/Governo de SP
Nove regiões passam para a fase amarela nesta sexta
O governo de São Paulo atualizou nesta sexta-feira (7) a situação das regiões no Plano São Paulo de reabertura gradual das atividades econômicas e anunciou que nove regiões avançaram para a fase amarela, que permite o funcionamento de bares, restaurantes, comércio e outras atividades não essenciais. Apenas uma região foi rebaixada.
As regiões de Araçatuba, Marília, Bauru, Sorocaba, Taubaté, Campinas, e São João da Boa Vista passaram da fase 2 (laranja) para a fase 3 (amarela) nesta sexta-feira (7). Já as regiões de Piracicaba e Ribeirão Preto, migraram direto da fase 1 (vermelha), em que apenas serviços essenciais são permitidos para a fase amarela.
A única região que regrediu nesta sexta foi a Grande São Paulo Oeste (Barueri, Carapicuíba, Itapevi, Jandira, Osasco, Pirapora de Bom Jesus, Santana do Parnaíba), que passou da fase amarela para a fase laranja. Com isso, a área se junta à subregião Norte da Grande São Paulo (Caieiras, Cajamar, Francisco Morato, Franco da Rocha, Mairiporã), que já estava na fase laranja e permaneceu.
O restante da Grande São Paulo, incluindo a capital, permanece estável na fase amarela.
A mudança feita pela gestão João Doria (PSDB) nas regras de ocupação de leitos de UTI e margem de erro nos critérios de evolução da epidemia permitiu que as regiões fossem para a fase amarela com mais facilidade. Entre elas Ribeirão Preto e Piracicaba, que estavam na fase vermelha na última sexta-feira (31) devido ao alto índice de ocupação hospitalar, e foram agora direto para a fase amarela.
Com a nova classificação, 86% da população do estado está agora na fase amarela.
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Cidade de SP deve avançar para fase verde da flexibilização da quarentena na 2ª quinzena de setembro, diz Bruno Covas
