
Entre os presos estão o Secretário de Saúde de Penápolis (SP), Wilson Carlos Braz, e o vereador de Birigui (SP) José Roberto Merino Garcia, conhecido como paquinha. Polícia Civil apreendeu mais de R$ 1 milhão durante operação contra desvio de verba
Divulgação/Polícia Civil
A Justiça prorrogou as prisões temporárias de suspeitos que foram alvos da operação Raio X, responsável por investigar um grupo criminoso especializado em desviar dinheiro destinado à saúde.
O prazo das prisões temporárias terminaria neste sábado (3), mas ainda não deu tempo de a Polícia Civil escutar os presos. Por isso, o Ministério Público pediu a prorrogação de mais cinco dias, que foi autorizada na noite de sexta-feira (2) pela Justiça.
Durante a operação, 52 pessoas foram presas em cinco estados do Brasil. Entre elas, estão o Secretário de Saúde de Penápolis (SP), Wilson Carlos Braz, e o vereador de Birigui (SP) José Roberto Merino Garcia, conhecido como paquinha.
Avião apreendido em Congonhas, em São Paulo, na operação Raio X
Divulgação/Polícia Civil
Mandados de busca e apreensão foram cumpridos na prefeitura de Penápolis e também na Santa Casa de Birigui, que é administrada por uma Organização Social (OS).
Em outras regiões, foram apreendidos celulares, dinheiro, pendrives, aeronaves e muitos documentos. As investigações, que começaram na região de Araçatuba, continuam.
A OS informou que está colaborando com as investigações. A defesa do vereado disse que ele é inocente. A Prefeitura de Penápolis alegou que suspendeu o contrato do Secretário de Saúde temporariamente até que sejam concluídas as investigações.
Operação faz buscas na região contra supostos desvios de verbas da saúde
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