
Requerimentos para investigar contas bancárias do Iabas e de seus dirigentes foram aprovados durante reunião virtual nesta quarta (2). Comissão apura irregularidades em empresas terceirizadas contratadas pelo estado. Solicitação também recai sobre contrato firmado com a Prefeitura de SP para gerecimento de Hospital de Campanha do Anhembi. Deputados durante CPI da Alesp que apura irregularidades em empresas terceirizadas contratadas pelo estado.
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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovou nesta quarta-feira (2) dois requerimentos pedindo a quebra do sigilo bancário e fiscal da Organização Social Iabas (Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saude) e de seus dirigentes.
Instalada no início de março, a CPI apura denúncias de irregularidades em empresas terceirizadas contratadas pelo estado.
O G1 entrou em contato com o Iabas e aguarda retorno.
Os requerimentos foram votados durante reunião virtual da Comissão na manhã desta quarta.
O pedido também recai sobre as contas bancárias vinculadas ao contrato firmado entre a Organização e a Prefeitura de São Paulo para o gerenciamento do Hospital de Campanha do Anhembi.
O hospital foi criado temporariamente para atender pacientes com Covid-19. A Organização era responsável por uma das maiores alas, desativada no início de agosto pela gestão municipal.
Uma vez aprovadas, as solicitações são remetidas ao Banco Central, que fará o mapeamento das contas vinculadas ao CNPJ. A expectativa da Comissão é a de receber os dados nos próximos 15 dias.
A Organização Social Iabas tem contratos na área da saúde com os governos de São Paulo e do Rio de Janeiro. No Rio, é alvo de investigação criminal por desvios de verba pública.
Em São Paulo, o Tribunal de Contas do Município e a Controladoria da Prefeitura apuram denúncias de irregularidades.
CPI da Alesp pede quebra de sigilo bancário de organização social que gerencia unidades de saúde em São Paulo
