Falar consigo mesmo: a psicologia revela um aspecto positivo sobre essa prática comum

Após um dia cansativo, muitos têm o hábito de chegar em casa e expressar em voz alta o que desejam fazer ou até mesmo dialogar consigo mesmos em situações estressantes. Essas ações comuns fazem parte da rotina da maioria das pessoas. Mas será que essa prática de falar sozinho é algo normal?

Falar sozinho: uma prática benéfica, embora inusitada

De acordo com a psicologia, conversar consigo mesmo é uma atividade comum que serve como um meio de reflexão, seja verbalmente ou apenas em pensamentos. Além disso, essa prática traz benefícios.

Vários estudos apontam que falar consigo é uma forma eficaz de se auto-regular e entender melhor suas próprias emoções e pensamentos.

Segundo o psiquiatra João Pedro Wanderley, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, essa prática é uma estratégia natural para organizar ideias e aliviar a tensão. Ele afirma que isso “auxilia na definição de prioridades e na manutenção do foco”.

Quando questionado sobre a normalidade de falar sozinho em voz alta, o doutor Drauzio Varella respondeu com firmeza: “Não há problema nenhum”. Em um vídeo no YouTube, ele esclareceu que essa atitude é bastante comum entre as pessoas.

Pausa para o lazer: Que tal experimentar um desafio? Clique aqui e divirta-se com os passatempos do ABCmais. É gratuito!

Em quais situações falar sozinho pode ser problemático?

Esse hábito pode se tornar preocupante quando provoca desconforto social para o indivíduo. Não é considerado normal se a pessoa começa a escutar vozes que parecem reais e dão ordens ou se os diálogos internos se tornam hostis ou ameaçadores. Nestes casos, é aconselhável buscar a avaliação de um profissional de saúde mental.

Fontes: Paul Verhaeghen & Grazia Mirabito;

By Midia ABC

Deixe um comentário

Veja Também!